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Quase duas décadas depois de trazer os dinossauros de volta à vida e encantar todo o mundo com os gigantes pré-históricos em Jurassic Park (O Parque dos Dinossauros – EUA, 1993), Steven Spilberg preparanovamente o terreno para os monstros na nova série do canal FOX prevista para o segundo semestre de 2011: TERRA NOVA.

Em um mundo pós-apocaliptico, onde a raça humana esgotou de forma irremediável os recursos necessários à vida, a única saída é retornar no tempo para uma data onde seja possível recomeçar, como isso é possível? Com a a descoberta de uma fenda temporal que sera capaz de levar um certo número de “escolhidos” para 85 milhões de anos atrás, exatamente quando os gigantes e famintos lagartos circulavam aos milhões pelo planeta.

A série já nasce com alguns buracos e absurdos tais como: podemos voltar no tempo mas não conseguimos consertar nosso ambiente; ou porque voltar para um periodo onde além da sobrevivência ser um desafio enorme ainda por cima tem um meteoro enorme vindo do céu; ou se existe um fenda temporal porque somente poucos podem atravessar ela e por vai… Falhas capazes de fazer corar aqueles que acompanharam LOST para no final ver aquela explicação mística e sem pé nem cabeça para toda aquela balburdia.

LOST, não é mera coincidência

Mas independente disso eu vou assistir, até porque desde pequeno sou um aficcionado por Dinos e ninguém até hoje os retratou de forma mais emocionante que Steven Spilberg (embora os velociraptors de 2 metros de altura sejam vergonhosos), espero que a série n~çao se preca tentando explicar teorias sem fundamento e se foque naquilo que a galera quer ver: Pessoas correndo, gritos e um bando de Dinassauros detonando esse bando de humanos que ousaram invadir o seu pedaço.

The Walking Dead

Publicado: 23/11/2010 em Televisão
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Como é bom ser despretensioso, permite que se realize grandes feitos sem se perder em egos inflados  e desejos megalomaniacos.

Vaza mano!!!

Num hospital do interior dos Estados Unidos, o policial Rick Grimes acorda do estado de coma em que se encontrava. Estranhando o abandono do local, Grimes logo descobre que há uma legião de zumbis perambulando ao seu redor, atacando todos os seres humanos que vêem. De alguma forma misteriosa, os mortos voltaram à vida e, agora, o mundo se vê assolado por seres descerebrados, cujo único interesse parece ser a vontade de saciar uma fome animalesca por carne humana.

The Walking Dead a série de zumbis exibida pelo canal norte americano AMC (exibida no Brasil pela FOX) é um sucessoa, de público e de crítica, tanto que a série prevista para somente seis episódios já teve seu contrato renovado para uma nova temporada, é um bom contrapeso para um público que se vê cercado por produções de vampiros digamos “moderninhos” voltadas para um público por demais adolescente e as já cansadas séries médicas ( a exceção talvez de House e sua eterna dúvida entre Lupus e doença auto-imune).

A série é baseada nos quadrinhos de Robert Kirkman, publicado pela Image em 2003 nos EUA (no Brasil você pode achar na HQM editora).

TWD é leve, sem enorme carga dramática e também não pretende ser um folhetim de terror semanal, com sustinhos tipo um morto vivo saltando do nada a todo momento na tela, longe disso retrata com uma “realidade” há muito tempo não vista o “real” comportamento de um zumbi: lento e descordenado, com um trabalho de  maquiagem excepcional.

Até agora (4º episódio) as histórias estão se desenvolvendo rápido, começo meio e fim, como em uma boa HQ, inclusive a busca de Grimes por sua familia que em qualquer outra série seria motivo para infindáveis desventuras, em TWD já foi solucionada. O foco é no dia a dia e sobrevivência das pessoas que restaram após um evento que além de alterar o mundo como era conhecido ainda coloca suas vidas constantemente em perigo, simples assim, mas muito bem executado.

Um elenco sem estrelas, provavelmente o rosto mais conhecido seja o da mãe de familia delicinha Sarah Waynes Calles, até porque a maioria dos personagens vai virar comida de zumbi mesmo. Os demais estão lá para entreter, correr, gritar e principalmente explodir cranios zumbis das mais variada formas possíveis, afinal apesar do público ser agraciado com muito mais é isso que se espera de série sobre mortos vivos.

Não é para seu bico zumbi

falei do Papo Calcinha, que vai ao ar no Multishow, onde quatro belezinhas falam na frente das câmeras aquilo que a mulherada vai conversar no banheiro.

Esse vídeo sobre reações na hora H merece 3 minutos de vossa atenção, principalmente a hora do HUAOUAOUA!!!!.

Mape normamente fica ofegante, mas só quando é bom.

Vale demais a pena ler o ótimo texto que encontrei lá no Passinho à frente, sobre a absurda esquete da dita mulher arroto (neste caso direcionada a grande Laura Cardoso) e sobre o que o brasileiro médio tem tido como humor nos últimos tempos, uma ode à escatologia e ao desrespeito as liberdades e convicções individuais em nome de um “humor” vazio de conteúdo e desprovido de qualquer tipo de reflexão moral ou social.

O brasileiro é um anarquista. O brasileiro é um pandego. O brasileiro é um fanfarrão. O brasileiro é um IDIOTA. Perdoem se generalizo mas só sermos uma nação de idiotas explica a audiência de um programa como o Pânico. Se você é fã do programa deixe que lhe mostre uma coisa. Está vendo a logo do Passinho? Ela foi retirada de um quadro de Monty Phyton, The Minister of Silly Walk. Estou lhe mostrando isso para que você entenda o que eu considero HUMOR. Monty Phtyton é minha referência de humor. Entendido? Vamos seguir adiante.                Mais…

“Vale” a pena ler também os comentários onde tem gente até mesmo dizendo que ia gostar se o arroto fosse direcionado à própria mãe, me espanta o quão imbecil nossa sociedadade está ficando, se quiser ver vídeos estão aqui.

Você realmente vê graça em arrotar no rosto dessa senhora?

Up to Date: Após toda a polêmica o programa Pânico na Tv retirou o quadro da mulher arroto do ar, segundo nota oficial porque seria díficil a porquinha passar despercebida em futuros eventos.

Para quem não sabe, Fly é um dançarino coreógrafo, da Globo e particularmente do Caldeirão do Huck. Chega a ser engraçado o vídeo, quando eu ver a Dani pela noite vou tentar para ver de qual é. 😉

Hoje é dia da Seleção Canarinho, fora Dias sem Globo, Cala a boca galvão e outros coisas é dia de torcer como sempre fazemos, mas não poderia deixar de inaugurar o reblog do WordPress com o ótimo texto sobre a briga Dunga x Globo , completo no Brasilia, eu vi .

A nova Era Dunga: o fim do besteirol esportivo Foi na Copa do Mundo de 1986, no México, com Fernando Vanucci, então apresentador da TV Globo, que a cobertura esportiva brasileira abandonou qualquer traço de jornalismo para se transformar num evento circense, onde a palhaçada, o clichê e o trocadilho infame substituíram a informação, ou pelo menos … Read More

via Brasília, eu vi

Anos Incríveis

A eterna Winnie Cooper, a namoradinha perfeita da inesquecivel série Anos Incríveis (Wonder Years) cresceu, virou um mulherão (seria a exposa perfeita?) e seguiu a carreira de… Professora de matemática, inclusive com livros publicados, segundo a beldade descobriu que podia ser mais que a eterna Winnie Cooper e seguiu em busca de seus objetivos, palmas calorosas.

Olha os livros da moça, com títulos instigantes:

E quem se lembra daquele manézinho que levou anos (temporadas) para dar uns pegas na menina? Olha o Fred Savage:

Não mudou lhufas