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A Garota da Capa Vermelha

Publicado: 05/05/2011 em Arte, Cinema, Filmes
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Bons tempos estes onde é possível desconstruir e reconstruir nossas fábulas de infância, rever antigas histórias sob um olhar diferente com menor ingenuidade.

A Garota da Capa Vermelha (Red Ridding Hood – EUA 2011) Segue um premissa de diversos filmes recentes que embsados em contos clássicos recontam sobre um prisma diferente histórias que nos acompanham desde a infância. Com sangue, mortes e insinuações sexuais, tudo muito (e decepcionantemente) contido para não afetar a classificção do filme, a história de uma Chapéuzinho Vermelho quase adulta acaba se tornando um filme quase adulto, ou seja adolescente.

Fui ao cinema sem ler as críticas e com um espírito leve, talvez por isso não tenha me importado tanto com os cenários de teatro escolar, as interpretações rasas – incluindo aí Gary Oldman o nome de maior peso da película -, tampouco me importei com as falas mal escritas, os figurinos estranhos do tipo andar de camisa aberta no meio da neve, a repetição bizarra de closes ups na porta da igreja que no final não teve nenhuma importancia na história, ah também não me importei muito com a trilha sonora absolutamente esquecível e nem com a tentativa frustrada de triangulo amoroso entre os insossos protagonistas.

Ou seja o filme é fraco, para muitos é ruim mesmo, dotado de uma ótima premissa mas pessimamente realizado, como fazem questão de deixar bem claro todas as críticas que li após ver o filme, mas que ao mesmo tem me incomodaram porque não saí da sala decepcionado por pagar 14 dinheiros para assisti-lo…

Porque para quem quer se divertir com cinema a trama acerta quando literalmente força a famosa passagem de “Para que esses olhos tão grandes? …”, acerta quando mostra a barriga do lobo sendo aberta pelo caçador, acerta quando mostra chapeuzinho vermelho entrando na floresta com uma cestinha, acerta quando insunua o lobo disfarçado de vovózinha, enfim acerta quando consegue remeter a todos a famosa história que fez parte de nossas infâncias.

Foi u cão quem butô pra nor bebê

Eu bebo água que passarinho não bebe e tubarão não nada.

Se parar na blitz é falar que o cavalo é que estva dirigindo.

Billie Jean

Michael Jackson não morreu só foi tomar umas biritas.

Beber cair e levantar

Olha o que uma bicicleta mal intencionada pode fazer com o sujeito (cRássico).

E o Mega-hit We no Speak Americano.

É bom quando temos a oportunidade de ver algo que forma nem que seja por alguns momentos nosso cárater ou nossa personalidade ou nossa essência ou sei lá de que nome podemos chamar, nos importamos muito com nomes e palavras não é?  Quando existem tantas coisas que são mais importantes e passam despercebidas ou desapercebidas não me lembro qual o correto agora, mas aqui estou eu me preocupando novamente com palavras.

E porque ElizabethTown? A pelicula de 2005 que provavelmente está fadada a se tornar um clássico da sessão da tarde mas que sempre consegue me fazer parar em frente à Tv e destilar pensamentos sobre o tempo, sobre as pessoas, sobre a vida, sobre quase tudo.

Orlando “Legolas” Bloom vive Drew, jovem designer que vê sua promissora carreira ser total e publicamente destruída por um erro de projeto no calçado em que trabalhou por oito anos. A depressão causada pelo fracasso é grande mas logo em seguida Drew tem que lidar com o falecimento de seu pai e o contraponto entre estas duas situações gera a história do filme.

A viagem para os ritos funébres fazem com drem tenha contato com um passado e com relações humanas quase deixadas de lado não só pelo protagnista mas por quase todos  em um mundo onde o trabalho nos consome e o restante do tempo é utilizado para a ostentação vazia daquilo que conseguimos com o labor diário.

E porque sempre existe algo ou alguem especial, que nos possibilita ver adiante daquilo que estamos costumados, que altera nossa percepção sobre o cotidianao, Nesse caso esse alguém é Claire vivida muito bem pela linda Kirsten Dunst, a loirinha entra para balancar a vida de Drew e mostrar exatamente aquilo que falei lá no ínicio do post, que damos muita atenção para as coisas que definitivamente não merecem, tropeços e contratempos ganham o tamanho de montros assustudores enquanto a vida desfila seus sabores de forma incólume bem diante de nossos olhos.

Pois nem sempre tudo é perfeito, por isso celebramos as vitorias e as alegrias, e aprendemos a cada dia que os tropeços nada mais saõ que oportunidades para se levantar novamente.

Ahh e vale muito a pena ouvir a trilha sonora do filme, um espetáculo a parte:

Sim eu sei que o filme é velho, mas sei também que a hora certa de dizer as coisas é no exato momento em que elas vem a cabeça.

Uma lista com alguns dos principais Decepticons, seus veículos de origem e seu agrupamentopara formar robôs mais poderosos, claro que esta lista se refere ao desenho original e não aos recentes fimes da série.

Copiei e colei daqui.

 

Cara os anos 80 foram demais, rock nacional sem calças coloridas, Luma de Oliveira e Luciana Vendramini no lugar de mulheres Jaca, Melancia e Melão, e principalmente muitos filmes deliciosamente Trash para encher as idéias vagas de adolescentes e criançascom todo o tipo de viagem cinemalesca em uma época onde não se faziam criticas a contrárias a roteiros delirantes.

E roteiro delirante é exatemente o que define O Último Dragão (The Last Dragon, 1985), afinal uma trama que misture Hip-hop e Kung-fú  só pode ser considerada um delírio, daqueles que só os anos 80 são capazes de permitir e realizar.

Le Roy (Taimak) é um estudante que busca alcançar o último nível de maestria nas artes marcias, o estado conhecido como “The Glow (algo como o brilho, se ele soubesse que hoje em dia qualquer um consegue isso com o Photoshop)”, e neste busca ele vaga pelo Harlem(???) a procura do “Mestre”.

Quem rouba a cena é o Vilão absurdamente figura e caricato Sho´Nuff (o Shogum do Harley), vivido por Julius Carry, Definitivaente um dos maiores vilões do cinema rivalizando com Dart Vader e outros da linhagem “mau até o osso”. Sho´Nuff é um vilão tão importante que merece até um post em separado, acho que vou criar uma série sobre os grandes vilões.

Efeitos especiais de altissímo nivel.

Quem é o mestre???

Como todo bom filme que mistura Hip-Hop e Kung-Fú não poderiam faltar grandes cenas de lutas embaladas pelo melhor da Blackeira musical norte americana.

Bruce Lee ajudando a pegar gatinhas desde… ah sei lá desde quando.

Mape é o mestre.

PS: Dizem as más linguas que está sendo produzido um remake com Samuel L “modafocka” Jackson no papel de Sho´Nuff e Rihanna no papel da gostosinha.

 

E  com previsão para Maio de 2011 Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides a quarta parte da triologia sobre piratas mais lucrativa de todos os tempos, trazendo novamente Jonnhy Deep no papel do Capitão Jack Sparrow e Geofrey Rush no pele de Barboza (o melhor personagem da série na minha opinião), além de Penélope Cruz para abrilhantar a trama.

A história desta vez gira em torno da busca pela fonte da juventude, olha o trailler da bagaça aí:

Vamos esperar que o ânimo da série não tenha terminado, trandformando este título em apenas um caça níquel cinematográfico, e vamos esperar que a Disney não tente enfiar uma maldita pós-produçaõ em 3-d para avacalhar tudo.

Todos indo ver a Penelope Cruz

Caminhando nas nuvens (a Walk in the Clouds) dirigido por Alfonso Arau:

Depois de 4 anos nos campos de batalha da 2ª Guerra Mundial e ainda relembrando os horrores de guerra, Paul Sutton (Keanu Reeves) ao retornar para casa quer se estabelecer e começar uma fazenda, mas Betty (Debra Messing), sua esposa, com quem impulsivamente se casou três dias após se conhecerem (no dia seguinte ele rumava para o front), quer que ele venda chocolates e até já arrumou um emprego para Paul. Enquanto faz uma viagem de negócios, ele ajuda uma hispano-americana, Victoria Aragón (Aitana Sánchez-Gijón), uma bela mulher que na faculdade se apaixonou por um professor que a engravidou, mas não quis se casar com ela. Ela volta para casa totalmente envergonhada e, temerosa da reação do seu pai, Alberto (Giancarlo Giannini), mas Paul tem uma idéia: ele se fará passar como o marido dela e partirá após um dia ou dois. Assim quando Victoria ficar só com a criança, a desgraça estará nele, não ela. Ela concorda e os dois chegam como marido e mulher no vinhedo Las Nubes, que é de propriedade da família dela. A maioria da família Aragón recebe Paul afetuosamente, especialmente o avô, Don Pedro (Anthony Quinn), o patriarca, mas o pai dela sente que há algo com o jovem casal e trata Paul grosseiramente. Paul e Victoria contornam várias situações e, durante a celebração da colheita, descobrem que estão fortemente apaixonados. Entretanto, algumas barreiras impedem que eles concretizem este amor.

(http://www.adorocinema.com)

Muito bom para dias chuvosos.