Sobre Mape

Mauro Peixoto, aqui com o pseudônimo Mape, a mesma pessoa mas mesmo assim diferente, vai entender. Hoje habitante de Campos dos Goytacazes, amanhã quem sabe… Levanta todo dia para trabalhar, bloga entre um horário livre e outro, com uma gama de interesses tão ecléticos que não permitem definir uma temática para o blog, esportes, cotidiano, internet e tecnologia, cozinha e bebidas tudo junto e misturado.

Gosto de futebol, mas sou apaixonado pelo Flamengo, sou daqueles que teriam um desgosto profundo se faltasse um Flamengo no mundo, Rubro-Negro ávido por conhecer a cada dia as histórias de Rondineli, Leônidas, Zico e todos os heróis desta imensa nação. Torcedor que se comporta como tal, ufanista e soberbo, dramático e hexagerado.

Admirador da beleza, da inteligência e do talento, logo para ser Bela por essas páginas têm que preencher estes requisitos, talvez a testosterona me traia em algum momento, mas a regra geral é que se quiser descacar a banana vendo mulher fruta existem sites bem melhores para isso.

Ouvinte de Rock, de (boa) música POP, mas principalmente um permissivo, sem exacerbados preconceitos, apresento as músicas que tiveram relevância em um passado curto, geralmente uma semana pois as músicas dizem tudo.

Ou na definição antiga:

Um espaço sem sentido e razão aparente, permissivo e abrangente, passivel de insanidades e loucuras dentro da mais complexa viagem ao cotidiano de uma pessoa humana, ou seja apenas um blog sem motivação aparente  e  totalmente desprovido de obrigações e regras.

No Orkut.

No Twiter.

Pensando em fazer um Facebook, mas ainda escabriado com o Epic-Fail do MySpace (acabei fazendo um Facebook e está me agradando).

No Facebook.

Não acredito em deuses, muito menos em monstros, ou melhor acredito em deuses e monstros humanos, que esbarram consoco todos os dias de nossas vidas, pois o dom da divindade e a capacidade para realizar verdadeiros milagres está em cada um de nós e não em livros antigos e imagens de barro e porcelana.

Acredito em pessoas, embora a cada dia menos. Mas basta uma pessoa para me fazer recuperar toda crença que o mundo possa abalar.

Já falei a seguinte frase “100% do que falo é mentira”. Mas se você pensar bem verá que a frase tem um grande problema de lógica, o que é verdade e o que é mentira? Quantas verdades não passam de mentiras e quantas mentiras são grandes verdades? Se eu concordar com sua mentira ela passa a ser ao menos para nós verdadeira? E se sua verdade não concordar com o resto do mundo ela se torna uma mentira?

Sei bem quais são minhas verdades e sei mais ainda que as mesmas só aplicam a mim, pois uma verdade individual não pode contra uma mentira coletiva.

Gosto do silêncio, e gosto ainda mais quando ele é quebrado por algo pertinente, conversa fiada e papo-furado não estão entre as coisas que aprecio, na verdade estão bem próximo do topo de coisas que desaprecio. Gosto da metafísica e da filosofia, que me permitem viajar mesmo não me levando a lugar nenhum, gosto das discussões sobre fé e sobre descrença, gosto mesmo é de poder escolher entre falar sobre o tudo ou sobre o nada.

Não acredito no brega, brega não existe e toda a moda nos prova isso de tempos em tempos, existe o futil, aquilo que se despe de propósito, o dispensável que é tudo aquilo que realmente não possui a menor necessidade de ser, e o injustificável que nada mais é que toda sorte de idiotice intoleravel em um nivel de coexistência conhecido por sociedade. Mas brega é uma palavra usada por aqueles que não se permitem, e não se permitir isso sim é brega.

Brega é ser banal, ser mais um, não fazer a diferença, acreditar que a quantidade se sobrepõem a qualidade, abraçar a mediocridade e com ela se contentar quando se pode mais com apenas um pouco de esforço ou  paciência. Aceitar a facilidade, o caminho mais curto, o atalho que nos torna menores do que somos, a droga que nos altera, a escolha que nos diminui, a luxuria que nos mancha.

Não sei porque gosto das coisas velhas, aliás prefiro chama-las de clássicos. Sempre fui historicista, pois a história ensina e boas histórias inspiram. Olhar para trás para as lembranças, lembranças do tempo, lembranças das músicas, lembranças dos momentos. Lembrar daquilo que fizeram e que fizemos tendo enérgico orgulho ou rubor envergonhado, tanto faz o importante é tamanho de nosso baú de memórias.

Sou folião, gosto da bagunça e loucura do carnaval, gosto de estar no meio do povo e de toda aquela vibração coletiva, mas gosto ainda mais de no meio de tudo aquilo olhar para o lado e ver algo diferente, algo que reluz e que chama a atenção, alguem que no primeiro olhar encanta e que na primeira frase nos faz perceber que todo minuto dispensado vai valer a pena. E esse alguem deixa saudades já na despedida porque algum tolo inventou que todo carnaval tem seu fim. Mas ao menos posso dizer que o meu ainda não terminou.

Brinquedos são uma fixação, não que ainda de carrinhos, hoje prefiro carros reais, mas sempre que vou nas lojas de departamento passo um pouquinho mais devagar pela seção de brinquedos, para ver as novidades sabe como é ná? Talvez a infancia tenha sido curta, ou talvez se algo muito bom sempre ser criança sempre que possível, já que ser adulto é uma obrigação quem sabe não possamos ser criança por prazer?

Não sei porque gosto das coisas velhas, aliás prefero chama-las de clássicos, talvez seja admiração por aquilo que consegue se fazer lembrar.

 

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