Arquivo da categoria ‘Natureza’

Bela imagem: Escada submersa

Publicado: 11/05/2011 em Arte, Fotos, Imagens, Natureza
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Realmente existem imagens que valem mais de mil palavras…

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Fotos ao amanhecer

Publicado: 30/03/2011 em Curiosidades, Fotos, Natureza
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Apesar da beleza das imagens confesso que senti comichões pelo corpo ao observá-las (malditos insetos).

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Não sou de fazer jabá, mesmo se ganhasse algo para fazer pensaria duas vezes, mas existem momentos na vida em que as convicções pessoais tem que ser deixadas de lado para que possamos resgatar aquele pouco de humanidade que a correria do dia a dia ainda nos permite ter.

Não nego a importância de discutir e cobrar a responsabilidade das autoridades na recente tragédia que se abateu sobre as cidades serranas do Estado do rio de Janeiro, mas é preciso olhar a dimensão do ocorrido e entender que grande parte das construções não estavam nas chamadas áreas de risco e que as pessoas simplesmente não tiveram chance diante da fúria da natureza.

Abaixo publico parte do relato de um pai de familia que debaixo dos escombros viu  sua mulher e filhos morrerem a sua volta pedindo ajuda, este trecho já dá uma dimensão do sofrimento humano na região atingida, mas se ainda assm for insuficiente, recomendo que leia a edição de hoje (17/01) do jornal Extra.

Primeiro, desabou a casa do aposentado Cláudio Pereira Coelho, de 40 anos, arrastada pelos deslizamentos da última quarta-feira. Nas oito horas seguintes, foi seu mundo que veio abaixo. Após todo o tempo em que ficou soterrado com os dois filhos adolescentes, a mulher, e uma sobrinha, só Cláudio sobreviveu. Mas, como tudo no drama de proporções grandiosas que afeta a Região Serrana do Rio — até a noite de ontem, eram 634 mortos —, o destino lhe tirou os familiares com uma dose brutal de crueldade. No dia a dia, o casal Cláudio e Adriana era acostumado a conversar com os filhos à mesa de jantar. Mas o diálogo mais forte dessa família, nascida em Nova Friburgo de um amor fulminante na infância, ocorreu sob os escombros e a lama. “Papai, não me deixa morrer; me salva”, dizia Aleff Cirino Coelho, de 14 anos, que deitou a cabeça sobre o braço esquerdo do pai. “Calma, filho, eu vou gritar socorro; eu vou pedir para tirar você primeiro e depois eu”, disse Cláudio ao filho… (continua)

Eu posso dizer que amanhã estarei de volta com a programação normal do blog e da vida, Cláudio e outros sobreviventes da tragédia infelizmente não.

Todo mundo ouviu falar do terrível acidente ecológico em uma plataforma da British Petroleum, e sabe também que o dano admitido é muito menor que o dano real e que as mazelas causadas pelo vazamento de óleo vão se fazer sentir por muito tempoo.

Mas é sempre bom mudar a forma de alertar e sensibilizar as pessoas para assuntos que como esse não devem cair no esquecimento com a simples velocidade que novas notícias surgem na mídia. Foi o que fez a fotógrafa americana Jane Fulton, famosa por registrar entre outros trabalhos a devastação causada pela passagem do furacão Katrina. Imagine o óleo em corpo e tente imaginar o mal que o mesmo faz a fauna e flora dos ecosistemas afetados.

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Após um dia de total relax nas águas do Atlântico sul entre mergulhos e cervejas, ao ler máterias da lista de favoritos me deparo com essa foto.

Tem que ser grande para fazer um lanchinho desses.

O tubarão da foto tem cerca de 3,4 metros, é um grande tubarão branco – sim o famoso monstro do clássico de Steven Spielberg – e aquele pedaço que está faltando é provavelmente a mordida outro tubarão branco, esse segundo especialistas com mais de 6 metros, considerando o tamanho da mordida.

O tubarão foi encontrado perto da costa da Australia, próximo a famosa praia de Surfes Paradise – felizmente para nós – e colocou em alerta as autoridades locais, banhistas e surfistas. Vale lembrar que os maiores Brancos seguramente documentados – não estou citando Yao Ming – tinham entre 6,4 e 7 metros, ou seja o possivel tubarão australiano é um dos gigantes da raça.

Mape vai passar a brincar somente na marola, onde o maior perigo são as bolinhas de frescobol.