Arquivo da categoria ‘Arte’

Invadindo os quartos das garotas…

Publicado: 12/05/2011 em Arte, Fotos, Listas
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Só um frase: Arruma esse quarto menina!

Bela imagem: Escada submersa

Publicado: 11/05/2011 em Arte, Fotos, Imagens, Natureza
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Realmente existem imagens que valem mais de mil palavras…

Ontem fui assistir ao show da menina na festa de emancipação da cidade de Itaperuna – RJ, e a impressão continua boa, apesar do som não estar quela maravilha, e a moça demonstrar estar ainda um “pouco verde de palco”, ela encanta em todos os momentos, com uma voz firme e uma brejeirice abasolutamente amavel.
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A mineirinha de Sete Lagoas, dona de uma beleza cativante e uma voz apaixonante promete estourar nas paradas e nas vendas neste ano que se inicia, e para falar a verdade não seria necessário nem a super-exposição midiática das últimas semanas muito menos o totalmente desnecessário suposto affair com Roberto Carlos (ah os milagres da medicina hein Rei?). Mape está definitivamente apaixonado por estes cachos. C … Read More

via rabiscunhando

A Garota da Capa Vermelha

Publicado: 05/05/2011 em Arte, Cinema, Filmes
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Bons tempos estes onde é possível desconstruir e reconstruir nossas fábulas de infância, rever antigas histórias sob um olhar diferente com menor ingenuidade.

A Garota da Capa Vermelha (Red Ridding Hood – EUA 2011) Segue um premissa de diversos filmes recentes que embsados em contos clássicos recontam sobre um prisma diferente histórias que nos acompanham desde a infância. Com sangue, mortes e insinuações sexuais, tudo muito (e decepcionantemente) contido para não afetar a classificção do filme, a história de uma Chapéuzinho Vermelho quase adulta acaba se tornando um filme quase adulto, ou seja adolescente.

Fui ao cinema sem ler as críticas e com um espírito leve, talvez por isso não tenha me importado tanto com os cenários de teatro escolar, as interpretações rasas – incluindo aí Gary Oldman o nome de maior peso da película -, tampouco me importei com as falas mal escritas, os figurinos estranhos do tipo andar de camisa aberta no meio da neve, a repetição bizarra de closes ups na porta da igreja que no final não teve nenhuma importancia na história, ah também não me importei muito com a trilha sonora absolutamente esquecível e nem com a tentativa frustrada de triangulo amoroso entre os insossos protagonistas.

Ou seja o filme é fraco, para muitos é ruim mesmo, dotado de uma ótima premissa mas pessimamente realizado, como fazem questão de deixar bem claro todas as críticas que li após ver o filme, mas que ao mesmo tem me incomodaram porque não saí da sala decepcionado por pagar 14 dinheiros para assisti-lo…

Porque para quem quer se divertir com cinema a trama acerta quando literalmente força a famosa passagem de “Para que esses olhos tão grandes? …”, acerta quando mostra a barriga do lobo sendo aberta pelo caçador, acerta quando mostra chapeuzinho vermelho entrando na floresta com uma cestinha, acerta quando insunua o lobo disfarçado de vovózinha, enfim acerta quando consegue remeter a todos a famosa história que fez parte de nossas infâncias.

Ando excitado por estes dias, não no sentido sexual da frase (ao menos não o tempo todo), mas a proximidade de um evento esperado tem a cada momento gerado mais e mais adrenalina em minha circulação sanguínea.

O evento em sim será considerado algo simples pela maioria, boçal para alguns mas tentarei explicar o inexplicável. Estou ansioso para neste sábado assistir após dois anos a um show do BÍQUINI CAVADÃO na 47ª Exposição Agropecuária de Miracema – RJ.

Poucos diriam que o Bíquini é a sua banda favorita (acho que nem eu, ACHO), e poucos lembrariam de uma música deles em primeiro lugar de sua playlist, mas o fato é que o Bíquini Cavadão nunca me decpcionou, desde os tempos de muleque, na quase dezena de shows dos caras que eu tive o prazer de ir não consigo apontar um que não fisse memorável, seja pela zoeira, pela catarse, pelas músicas que dizem muito para o espírito jovem que emana e contagia do show, pelos amores vividos, pelos encontros e desencontros, em resumo por tudo.

Soa vago? Claro que soa, sentimentos são vagos, queria o que? Mas dentro de toda essa confusão sinto um expectativa de um reencontro, com quem? Comigo mesmo oras, encontrar com aquele garoto que foi em um show mal conheceno a história da banda e voltou de lá fã, reencontrar com aquele cara que junto com os amigos pulou abraçado gritando hinos juvenis, bater aquele papo com o jovem apaixonado que curtiu as baladas juntinho daquela moça bonita e até mesmo conversar o “adulto” que sempre que assite a esse show consegue viver novas aventuras e se lembrar de quem é, ou era, ou será… sei lá e o divertido é exatamente isso: Não saber.

Então hoje estou aqui contando as horas para pegar a estrada, botar o tênis, entrar naquele parque de exposição e me reencontrar, não que esteja perdido, longe disso, mas todos temo momentos em somos ainda mais nós mesmos, e nesse sábado terei um desses. Uhull!

Até semana que vem…

Usando tinta à óleo o artista estadunidense David Jon Kassan cria em paredes figuras humans quase vivas, dá uma olhada no trabalho do cara:

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