Arquivo de abril, 2011

Ando excitado por estes dias, não no sentido sexual da frase (ao menos não o tempo todo), mas a proximidade de um evento esperado tem a cada momento gerado mais e mais adrenalina em minha circulação sanguínea.

O evento em sim será considerado algo simples pela maioria, boçal para alguns mas tentarei explicar o inexplicável. Estou ansioso para neste sábado assistir após dois anos a um show do BÍQUINI CAVADÃO na 47ª Exposição Agropecuária de Miracema – RJ.

Poucos diriam que o Bíquini é a sua banda favorita (acho que nem eu, ACHO), e poucos lembrariam de uma música deles em primeiro lugar de sua playlist, mas o fato é que o Bíquini Cavadão nunca me decpcionou, desde os tempos de muleque, na quase dezena de shows dos caras que eu tive o prazer de ir não consigo apontar um que não fisse memorável, seja pela zoeira, pela catarse, pelas músicas que dizem muito para o espírito jovem que emana e contagia do show, pelos amores vividos, pelos encontros e desencontros, em resumo por tudo.

Soa vago? Claro que soa, sentimentos são vagos, queria o que? Mas dentro de toda essa confusão sinto um expectativa de um reencontro, com quem? Comigo mesmo oras, encontrar com aquele garoto que foi em um show mal conheceno a história da banda e voltou de lá fã, reencontrar com aquele cara que junto com os amigos pulou abraçado gritando hinos juvenis, bater aquele papo com o jovem apaixonado que curtiu as baladas juntinho daquela moça bonita e até mesmo conversar o “adulto” que sempre que assite a esse show consegue viver novas aventuras e se lembrar de quem é, ou era, ou será… sei lá e o divertido é exatamente isso: Não saber.

Então hoje estou aqui contando as horas para pegar a estrada, botar o tênis, entrar naquele parque de exposição e me reencontrar, não que esteja perdido, longe disso, mas todos temo momentos em somos ainda mais nós mesmos, e nesse sábado terei um desses. Uhull!

Até semana que vem…

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Foi u cão quem butô pra nor bebê

Eu bebo água que passarinho não bebe e tubarão não nada.

Se parar na blitz é falar que o cavalo é que estva dirigindo.

Billie Jean

Michael Jackson não morreu só foi tomar umas biritas.

Beber cair e levantar

Olha o que uma bicicleta mal intencionada pode fazer com o sujeito (cRássico).

E o Mega-hit We no Speak Americano.

E esse é o FLAMENGO, mais uma vez contrariando toda a lógica, derrubando qualquer prognóstico e inclusive contrariando a lógica financeira que implorava pelo Mais Querido em uma final, com dois jogos de estádio lotado para acalantar os combalidos cofres da federação carioca de futebol e pingar alguns caraminguás nos puídos bolsos do convidado de honra em uma virtual finalissíma de campeonato.

Contra o time de balé das Laranjeiras foi apenas mais uma demosntração clara de que não é possível escapar do destino e o destino Rubro-Negro é vencer incessantemente seus rivais fregueses distritais, mesmo em uma semana em que a mídia sempre ávida por um burcurinho que venda mais jornais procurou deseperadamente um factóide que colocasse o FLAMENGO sem a condição de favorito em um jogo decisivo, ora pois qualquer pessoa que tenha nascido nos últimos dois séculos sabe muito bem que futebol é um esporte onde na decisão sempre dá FLAMENGO.

Pobres e decadentes Flores que em seus devaneios de uma grandeza que ficou no passado, acreditaram que somente com futebol, arbitragem ruim e uma camisa esquisitona poderiam fazer frente ao destino. Se esquecem que em suas parcas vitórias sempre tiveram que contar com algo estranho ao normal, o famoso Sobrenatural de Almeida por vezes dá as caras nos gramados para conferir alguma emoção ao esporte bretão, quando ele não surge o resultado “normalmente é o normal”, como foi ontem.

Agora não tem mais jeito, contra o mais fiel dos fregueses no próximo domingo o Flamengo tem marcado mais um encontro com seu destino vitorioso,  e no fundo as hostes cruz-maltinas já sabem que a chance de comemorarem uma conquista de turno se esvaiu ontem quando o derradeiro penalti foi cobrado selando o destino do Campeonato Carioca de 2011.

Sempre FLAMENGO.

Cachorro feliz

Publicado: 15/04/2011 em Copiei e colei, Imagens

Esse vai enchugar todas…

Ótimo findi for all.

O casal de malucos Tony Lucchese e Sarah LaFore protagonizaram um casamento diferente em Portland – EUA, vestidos de Super Homem e Mulher Maravilha com direito a laço da verdade e anel de Kriptonita eles chegaram inclusive a receber alguns convidados heróicos na celebração.

Olha os mullets do cara...

Ao que tudo indica é a familia da noiva

A felicidade contagiante do noivo

Homem Aranha conseguiu uma liberação da Marvel...

E foram poderosos para sempre

Nestas horas só uma coisa vem a mente…

E a Lois Lane deve estar adorando isso…

Absurdo, injustuficável e desumano são as palavras que descrevem o ato do jovem Wellington Menezes que tirou a vida de 12 crianças em uma escola no Rio de Janeiro esta semana. è o tipo de crtime que geracom razão comoção imediata e irrestrita de toda a sociedade, é imperdoável na mais ampla acepção da palavra.

Um crime que ainda irá gerar discussões intermináveis sobre as motivações que levam um ser humano a cometer ato de tamanha ojeriza, discussão ampliada pela carta de despedida do criminoso recheada de enlances religiosos que indicam o caminho fácil de se relacionar o acontecido com fanatismo religioso, estou até surpreso de niguem ter tentado ligar o crime ao cinema ou a algums video games.

Mas até agora ninguém comentou o cerne deste tipo de crime friamente premeditado, aquilo que impede a maioria das pessoas de cometer algo mas que aparentemente faltou em Wellington Menezes: HUMANIDADE, sim porque por maior que seja o estado de desespero em que se encontre uma pessoa se esta for dotada de o mínimo de sentimento de humanidade este sentimento não permitirá que se tire a vida de crianças inocentes muito menos permitirá que se faça isso de forma premeditada.

E como se perde a humanidade? Sim é preciso perder, porque me nego a acreditar que alguem nasça sem. Então todos temos sentimentos humanos desde o começo, e a estes sentimentos se somam valores que nos são passados pelo ambiente em nossa volta: pais, amigos, escola… Será que os pais de Wellington Menezes foram zelosos o suficiente? Não posso dizer. Será que a escola contribuiu de forma positiva na fomação deste cidadão? Não pelo que mostra o relato de um colega do tempo estudantil que se refere ao atirador como o bundão da classe, veadinho, estranho… Bullying não inocenta nem torna menor o crime de Wellington, mas é esclarecedor quanto a mostrar como a negligência é capaz de forma pessoas capazes de tais atos hediondos.

E religião é apenas uma muleta onde Wellington Menezes e outros se apoiam para justificar seus atos, assim como seriam os filmes e os jogos quando na verdade tudo está naquilo que internalizamos do mundo, naquilo que o mundo traz para nossa pessoa; e quem faz o mundo? Que mundo você está fazendo?

 

Normalmente não sou disso, mas hoje eu declaro: Copiei KIBEI descaradamente do KibeLoco, que deve ter Kibado de outro lugar.

Primeiro este vídeo do cara limpando o fosso das cobras, deve ser filho do Chuck Norris.

Cabra Homi, sujeito macho sô.

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Depois esta sensacional interpretação de Total Eclipse of the Heart, sucesso na voz de Bonnie Tyler, lá pelos fins dos anos 80. Eu realmente gostava da música.

Dá-lhe Galo!!! kkk