Arquivo de julho, 2010

Se bem que infelizmente na minha timeline as meninas estavam beeeem tímidas, mas vamos lá fotos de cuequinhas boxer para fortalecer (ou não) o movimento.

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E a piadinha da cara de bunda é velha.

Gatinhas de mini-saia, armadas até os dentes, lutando contra dragões e do mesmo diretor de 300 (This is Sparta!!!), meu esse filme vai deixar cuecas nerds em polvorosa hehehe, estreia em 2011.

O elenco tem potencial:

Vanessa Hudgens:

Jenna Malone:

Jamie Chung:

E a protagonista da bagaça é Emily Browning, que eu jurei que ia ficar mais bonitinha após vê-la no interessante Desventuras em Série. Mas ainda dá pra ir (#vaisonhando).

E alguns cartazes que já pipocaram por aí, tem ou não tem potencial?

Pensei em voltar a esta coluna após vergonhosa falta após o GP de Silverstone, vencido por Webber, com uma sonora declaração de contrariedade aos privilégios concedidos ao seu companheiro Tião Vettel, chegou na frente e disse para todo o mundo ” Nada mal para um segundo piloto“.

Segundo piloto, é o que sempre a Ferrari teve, um segundo e um primeiro piloto, esta foi, é e sempre será a filosofia da equipe vermelha e não será o ufanismo de torcedores que mudará isso.

Hoje em Hockenhein Felipe Massa pulou da terceira para a primeira posição após nova trapalhada de Tião Vettel (como faz besteira este alemão) na largada e isso teria sido todo o resumo de uma prova em que pouco aconteceu de relevante, Senna não foi notado, di Grassi rodou sozinho antes de abandonar e Barrichelo desta vez não conseguiu chegar nos pontos com sua Willians.

Seria apenas isso, uma vitória tranquila do brasileiro se não fosse uma “sutil” frase vinda do rádio ferrarista que dizia para o brasileiro que Fernado Alonso era muito mais rápido, uma volta depois Felipe simplesmente não pisou no acelerador e permitiu a ultrapassagem do espanhol, em uma manobra que em muito lembra o ocorrido entre Rubens Barrichelo e Michael Shumacher no GP da Austria Hungria em 2002, com a diferença de que desta vez apenas uma frase foi suficiente para que o piloto brasileiro entregasse a posição, sinal de que os contratos ferraristas devem estar BEM mais claros neste quesito.

Analisando friamente, não acho Massa um piloto do mesmo nivel de Alonso, e o andar do campeonato até aqui me embasa nesta afirmação, Massa para mim é um piloto mediano (bem pior do que Barrichelo por exemplo) que está em uma equipe de ponta por conveniencias. Mas também é verdade que na corrida de hoje naquele circuito, com o desempenho que os carros estavam desenvolvendo Alonso nunca iria fazer a ultrapassagem em condições normais, ou seja a vitória seria do brasileiro, ponto.

Mas todo o mundo, exceto o expectador médio brasileiro, sabe que a Ferrari quando trouxe Alonso, contratou um primeiro piloto, que é o espanhol o escolhido para disputar o título e que a seu companheiro cabe o papel de escudeiro, é assim que a Ferrari  age e vai continuar agindo, não adianta espernear, armar boicotes à transmissão da F1, à montadora que representa a Ferrari em território nacional, bancar a eterna viúva de Senna (o Ayrton).

Muito da culpa é da transmissora oficial, que vende um produto que não existe, promove uma ilusão ufanista em um esporte onde não existem ilusões, faz com que o espectador que acorda no domingo cedo e simplesmente espera ver vitórias brasileira se sinta constantemente frustado por não ver o que lhe é prometido, mas não percebe que a promessa não parte de seus “ídolos” e sim da transmissora que embute a idéia de que em um esporte onde carros e equipes são protagonistas um piloto com uma bandeira verde e amarela podem bancar o héroi solitário.

Lamento Felipe, mas realmente não posso dizer que não esperava por isso.

Todo mundo ouviu falar do terrível acidente ecológico em uma plataforma da British Petroleum, e sabe também que o dano admitido é muito menor que o dano real e que as mazelas causadas pelo vazamento de óleo vão se fazer sentir por muito tempoo.

Mas é sempre bom mudar a forma de alertar e sensibilizar as pessoas para assuntos que como esse não devem cair no esquecimento com a simples velocidade que novas notícias surgem na mídia. Foi o que fez a fotógrafa americana Jane Fulton, famosa por registrar entre outros trabalhos a devastação causada pela passagem do furacão Katrina. Imagine o óleo em corpo e tente imaginar o mal que o mesmo faz a fauna e flora dos ecosistemas afetados.

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falei do Papo Calcinha, que vai ao ar no Multishow, onde quatro belezinhas falam na frente das câmeras aquilo que a mulherada vai conversar no banheiro.

Esse vídeo sobre reações na hora H merece 3 minutos de vossa atenção, principalmente a hora do HUAOUAOUA!!!!.

Mape normamente fica ofegante, mas só quando é bom.

Vale demais a pena ler o ótimo texto que encontrei lá no Passinho à frente, sobre a absurda esquete da dita mulher arroto (neste caso direcionada a grande Laura Cardoso) e sobre o que o brasileiro médio tem tido como humor nos últimos tempos, uma ode à escatologia e ao desrespeito as liberdades e convicções individuais em nome de um “humor” vazio de conteúdo e desprovido de qualquer tipo de reflexão moral ou social.

O brasileiro é um anarquista. O brasileiro é um pandego. O brasileiro é um fanfarrão. O brasileiro é um IDIOTA. Perdoem se generalizo mas só sermos uma nação de idiotas explica a audiência de um programa como o Pânico. Se você é fã do programa deixe que lhe mostre uma coisa. Está vendo a logo do Passinho? Ela foi retirada de um quadro de Monty Phyton, The Minister of Silly Walk. Estou lhe mostrando isso para que você entenda o que eu considero HUMOR. Monty Phtyton é minha referência de humor. Entendido? Vamos seguir adiante.                Mais…

“Vale” a pena ler também os comentários onde tem gente até mesmo dizendo que ia gostar se o arroto fosse direcionado à própria mãe, me espanta o quão imbecil nossa sociedadade está ficando, se quiser ver vídeos estão aqui.

Você realmente vê graça em arrotar no rosto dessa senhora?

Up to Date: Após toda a polêmica o programa Pânico na Tv retirou o quadro da mulher arroto do ar, segundo nota oficial porque seria díficil a porquinha passar despercebida em futuros eventos.

Aqui no estado do Rio de Janeiro ainda existe muita gente boa que tenta manter a tradição das bandas marciais, principalmente nas escolas públicas, algo muito bonito de se ver e uma grande sacada pelo social, ocupando corpos e mentes dos jovens.

Mas o que acontece nos estados Unidos é algo grandioso, não restrito as paradas cívicas anuais e sim uma verdadeira cultura de formação destas bandas como parte do orgulho escolar e municipal, e o encontro destas bandas na chamadas batalhas são verdadeiros espetáculos que lotam estádios e contagiam torcidas.

Vale muito a pena ver esse:

E todo este movimento foi retratado no filme Drumline, que alguns de vocês já devem ter visto em alguma sessão da tarde por aí.